A proposta do Google é criar dispositivos semelhantes aos Chromebooks, mas com preços mais acessíveis, atraindo empresas que desejam integrar inteligência artificial (IA) em suas operações diárias. A empresa está focada em colocar a IA no centro da experiência do usuário, mas enfrenta desafios, como a necessidade de modelos locais para processamento de IA, o que pode impactar o custo-benefício dos dispositivos.
O Google precisa equilibrar a introdução de fluxos de trabalho centrados em IA, evitando os erros da Microsoft com o Recall. A inclusão de Gemini no Google Workspace já trouxe avanços, como tradução ao vivo no Google Meet e respostas automáticas no Gmail. Entretanto, a verdadeira inovação pode estar em funcionalidades voltadas para a gestão empresarial, como gerenciamento inteligente de energia e provisionamento de dispositivos.
Para que o Aluminium OS seja bem-sucedido, o Google deve resolver questões de compatibilidade com periféricos e adaptar a interface do Android para uso com mouse e teclado. A criação de um ecossistema de aplicativos robusto será crucial. Se bem-sucedido, o Google pode replicar o sucesso dos Chromebooks no mercado educacional, agora no ambiente corporativo, promovendo uma significativa mudança para o Aluminium OS.