As IAs generativas operam por meio de cálculos estatísticos, identificando padrões em grandes volumes de dados para prever respostas prováveis. Elas não possuem compreensão real dos conteúdos, o que pode levar a respostas que parecem corretas, mas não são precisas. No campo jurídico, isso pode resultar em interpretações erradas de leis ou conceitos. Perguntas mais claras e detalhadas podem reduzir esses erros, mas as limitações estruturais persistem.
A qualidade dos dados de treinamento é crucial para o desempenho da IA. Mesmo com acesso a milhões de textos, as IAs não dispõem de todas as informações disponíveis e podem trabalhar com dados desatualizados ou enviesados. Isso pode levar a generalizações ou informações inventadas. No Direito, onde as legislações e entendimentos evoluem, essas falhas podem ser especialmente prejudiciais.
As limitações técnicas das IAs incluem dificuldades em manter coerência em interações longas e em lidar com informações complexas que exigem raciocínio aprofundado. Além disso, as IAs não validam fontes em tempo real, o que pode resultar em respostas erradas apresentadas com segurança. Isso reforça a necessidade de usar a tecnologia como apoio, e não como única fonte de decisão.
Fonte:https://blog.legishub.com.br/ia-generativa-processamento/